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DICA 01 - Estude para concursos públicos sem ficar “louco”:

Prestar concurso é um emprego

“Prestar concurso não é como ir à faculdade. Quando nos preparamos para estes exames, temos vidas mais complexas”, diz a coordenadora de uma rede de preparação para concursos, Bárbara Ibáñez em entrevista ao jornal El País. “A chave é encontrar um momento para estudar. Devemos ser constantes”, acrescenta.

Meli González tinha 29 anos e dois filhos na primeira vez que concorreu a uma vaga nos Correios espanhóis. Estava há mais de uma década sem tocar em um livro. “Tinha muitas coisas para fazer e não consegui terminar de prepará-las como eu deveria”. Seis anos depois, seus filhos tomavam a mesma porção do seu tempo, mas ela foi aprovada. “Eu preparei minha consciência, reservando um momento todos os dias. Estudei mais porque me organizei melhor”, assegura.

Tente não se distrair com Internet…

Muitas pessoas que encaram concursos não tinham smartphones nas suas etapas acadêmicas anteriores. “Agora, elas o têm e se sentam para estudar com ele ao lado. Embora o mantenha silenciado, o mero fato de olhar para ele a cada cinco minutos prejudica a concentração. Evitar distrações é muito importante”, diz o educador Eduardo Jevremovitch.

Alfonso García, de 42 anos, passou por este problema. Recentemente, foi aprovado para trabalhar como porteiro em um colégio na Espanha. “Estudei história quando era jovem, mas me dedicava à restauração. A coisa deu errado e decidi buscar algo mais estável”, conta. O celular foi um pequeno obstáculo: “Era difícil não olhá-lo a cada instante. Minha família me dizia que estava viciado, então imagine o quanto olhava para ele enquanto estudava o que me entediava. No fim, decidi deixar o celular em casa quando ia para a biblioteca”.

…mas use os bons recursos oferecidos por ela

Talvez haja mais distrações que antes, mas não se pode negar que também há mais recursos ao alcance de qualquer um. E, principalmente, mais baratos. “Acredito que é a parte mais positiva da internet”, diz Ana Jiménez, que, aos 37 anos, acaba de ser aprovada para trabalhar como auxiliar administrativa em um banco espanhol.

Passou quase toda sua vida produtiva em empresas privadas. “Trabalhava muitas horas, até 10 ou 12 por dia. Houve um momento em que tomei uma posição. Precisava de uma mudança, algo mais estável e que me tomasse menos tempo”. Após dez anos sem estudar, decidiu se preparar para os concursos.

“Estudei enquanto ainda trabalhava. Foi muito difícil, não tinha vida, mas acredito que valeu a pena. A Internet me ajudou de uma maneira incalculável. Por exemplo, aprendi toda a parte de automação de escritório graças a vídeos do YouTube. Não fiz cursos, mas aprendi o que precisava para tirar uma nota nesta parte do exame. Também aperfeiçoei o inglês com vídeos da Internet. Quem dera houvesse isso quando estudava com 20 anos”, comenta.

É sempre importante ter apoio e companhia nessa caminhada

Pilar García fez seu primeiro ano de direito aos 18 anos e o abandonou. “Eu me apaixonei, comecei a trabalhar e fiquei grávida”. Foram 16 anos até que voltasse a estudar. Com 34, estudou em nível superior para hotelaria. Alternou empregos até que, com 50 anos, foi chamada para trabalhar como governanta em uma moradia pública para pessoas com diversidades funcionais na Espanha. “Para manter o emprego, anos depois, tive que passar por um concurso”, afirma.

“Não tinha nenhum hábito de estudo. Foi muito difícil, mas encontrei ajuda no meu filho. Decidimos que prestaríamos juntos, ele no seu campo – design gráfico – e eu no meu. Nós nos incentivávamos para dedicar todo o tempo que tivéssemos”. Ele não conseguiu o emprego, mas ela sim. Aos 58 anos, continua trabalhando no mesmo lugar.

Comece pelo conteúdo que considera mais fácil

“A maioria das provas tem uma parte que todo mundo odeia: a Constituição. Embora seja o primeiro tempo, nós sempre recomendamos que não se comece por aí”, indica a já citada professora do MasterD. Não é aconselhável começar pela parte mais densa da matéria. É como se alguém que nunca leu um livro na vida começasse por Dom Quixote ou pelo Grande Sertão Veredas.

Não exagere

Recuperar o hábito de estudar é questão de três semanas, segundo o educador Eduardo Jevremovitch. “Se conseguimos repetir uma mesma rotina durante 21 dias, nós a convertemos em um hábito. Se o mantivermos durante 66 dias, chegamos a um ponto em que, por mais que não gostemos, fazemos sem problemas”. Ao longo desse período, o ideal é que as horas de estudos aumentem de forma progressiva.

“Oito horas para aquecer o motor em poucos dias não serve para nada. A minha experiência é que o melhor é começar pouco a pouco e ir subindo até quatro ou cinco horas diárias”, indica Raúl Torres, administrador de 33 anos. Após cinco anos sem estudar, retomou os livros e conseguiu emprego como administrador.

Preparar o psicológico é muito importante

“Estudar é como andar de bicicleta, nunca se esquece”. Esta é a premissa que o educador Eduardo Jevremovitch propõe a seus alunos assim que entra em contato com eles. “O maior obstáculo para as pessoas que estão há vários anos sem estudar é o desânimo. Não se acham capazes. Os jovens dizem que os mais velhos têm experiência demais, e os mais velhos que não conseguirão competir com os mais jovens”, comenta.

Diego Contreras encarou essa situação. Trabalhou durante 14 anos em um estúdio de arquitetura e a crise o enviou ao desemprego em 2010. Tinha 38 anos. “Não sabia o que fazer. Passei um par de anos em trabalhos temporários até que comecei Educação Especial”. Fez a prova à distância, enquanto continuava trabalhando. “Com a idade, você fica mais pragmático. Houve momentos em que pensei que qualquer jovem faria melhor que eu, mas acabei conseguindo um emprego em Madri”, afirma. Aos 45 anos, estreará como professor.

Estabeleça metas

Na opinião de Jevremovitch, o mais importante é “ter uma meta muito clara”. “A primeira coisa que trabalhamos com nossos alunos é a eliminação da linguagem negativa. Não queremos escutar um ‘não posso’. Ajudamos a visualizarem a meta. É muito mais fácil alcançá-la do que parece”, acrescenta.

Aos 45 anos, Pedro García, natural da cidade espanhola de Málaga, confirma a importância deste detalhe. “Não pode perder o foco em nenhum momento. Aconteceu comigo na minha primeira tentativa. Eu via o exame como algo muito distante, a muitos meses. Em vez de estabelecer pequenas metas diárias, fiz um esforço brutal na reta final que não me ajudou em nada”. Na segunda tentativa, mudou de atitude e conseguiu uma vaga como zelador de um hospital. “Compartilhar suas metas com amigos e familiares é sempre uma boa ideia. Assim, nos comprometemos a cumpri-las”, comenta Ibáñez.

Não desanime se for reprovado

Ser reprovado está dentro das possibilidades. Alberto Quintana, de 27 anos, está justamente neste momento da vida. Acaba de concorrer pela segunda vez para professor e foi reprovado. Na primeira ocasião, foi aprovado, mas não conseguiu o emprego. “Dá vontade de parar de tentar, mas de que adianta isso?”, afirma. Ele não havia ficado tanto tempo sem estudar antes dos exames como as pessoas que mencionamos antes. “Na primeira vez, fui muito melhor porque não estava trabalhando. Desta vez, dividi os concursos com meu emprego em um colégio e não fui bem. Não vou deixar de tentar”, diz Quintana.

Alberto Chacón, militar de 29 anos, não se deixou levar pelo desânimo: “Na primeira vez que fiz a prova, estudei durante três meses. Reprovei. Não sabia se voltaria a concorrer, mas o fiz, preparando-me de verdade, e consegui. O mais importante é se considerar capaz”.

Ignore as comparações

“Tape os ouvidos”, diz Ainhoa Fernández, que, aos 26 anos, acaba de concorrer pela segunda vez ao cargo de professora. “Não tem que se comparar com ninguém, nem se preocupar com quantas horas a mais está estudando que os outros, ou olhar grupos de Facebook, ou dar bola para os pessimistas”. Está esperando a sua nota após fazer o concurso de Ensino Fundamental da Comunidade de Madri.

O professor madrilenho amplia o conselho: não se deixe intoxicar pelos concurseiros, tampouco pelos gurus dos exames, que antecipam matérias ou número de vagas.

 

 

DICA 02 - Passar em um concurso público em 2019: saiba como!

Saiba como é possível passar em um concurso

Passar em um concurso público requer planejamento, foco e técnicas de estudo fazem a diferença na busca da carreira dos sonhos. Separamos 10 dicas que podem te ajudar a passar em um concurso em 2018. Confira!

Resumos

Faça resumos do conteúdo que deve cair na prova. Essa é uma maneira prática de facilitar o aprendizado e, principalmente, exercitar a memória. Com a matéria “fresquinha” na cabeça, as chances de passar em um concurso são maiores.

Revisão

Revise constantemente as disciplinas estudadas. Ao revisar os livros, você consegue assimilar melhor o conteúdo e elimina dúvidas que, às vezes, nem sabia que tinha.

Curso preparatório

Uma boa sugestão é se matricular em cursos preparatórios para concursos públicos. Basta se informar: existem vários por aí com equipe experiente no assunto. Priorize, também, materiais de qualidade (apostilas e videoaulas, por exemplo).

Organização e planejamento

Organize os conteúdos, priorize os que tem mais dificuldade. Faça, a partir disso, um planejamento. Exemplo: separe as disciplinas por dias da semana, para evitar uma “bagunça mental” durante os estudos.

Não force

Estudar para concurso não significa ler centenas de páginas num só dia. Seja perseverante, mas não force o ritmo dos estudos.

Parceiros de estudo

Estudar sozinho pode facilitar o seu nível de concentração. Entretanto, buscar parceiros de estudo é uma boa dica. Assim, há incentivo mútuo e um pode ajudar o outro em conteúdos que domina mais.

Não exclua disciplinas

Por mais que você tenha facilidade em determinada matéria, não deixe de estudá-la. A aprovação em um concurso depende de êxito em todas as matérias.

Confiança

Não despreze seu concorrente, mas, acredite na sua capacidade. Tenha confiança de que é capaz de conquistar uma vaga no serviço público.

 

 

DICA 03 - Alimentos que ajudam na hora de estudar:

Veja dicas de alimentos que ajudam a combater cansaço, stress, insônia e tristeza!

Ao estudar é importante que você não descuide da saúde! Em momentos de stress, tristeza, insônia e cansaço, não adianta vir com fruta ou saladinha. Você só pensa em comer chocolate ou qualquer outra opção que combine gordura com carboidrato refinado.

“São alimentos que estimulam o cérebro a liberar dopamina, neurotransmissor relacionado à sensação de bem-estar”, afirma a nutricionista Laís Murta, de São Paulo.

Mas é um prazer passageiro e, por isso, faz com que você corra o risco de entrar num círculo vicioso que leva a ganho de peso e desequilíbrio hormonal.

Fechar a boca também não é o caso, já que a própria comida (mais levinha, claro) pode contribuir para virar esse jogo. Então saiba o que comer quando…

Bate o cansaço

Se a bateria está fraca – você já acorda sem ânimo, piora durante o dia e à noite pula a academia para cair logo na cama –, aposte em alimentos que aumentam a produção de energia.

O stress não dá trégua

Nos dias em que o clima no trabalho anda tenso ou a relação com o boy não está das melhores, seu corpo produz mais cortisol – hormônio que aumenta o apetite por comidas açucaradas e gordurosas, e até pode disparar a compulsão. Vá atrás de alimentos que ajudam a relaxar.

A tristeza resolve aparecer

Mesmo nos dias em que você tem a impressão de que não deveria ter saído da cama, os alimentos podem dar um ânimo. O ideal é caprichar em opções que carregam vitaminas do complexo B, em especial a B12, e outros itens importantes para a produção dos neurotransmissores do bem-estar.

O sono não vem

Aqui, o que não comer às vezes importa mais do que o que comer. Chocolate, café, refrigerante e chá verde, por terem substâncias excitantes, deixam você contando carneirinhos, e eles completam uma maratona na sua mente sem que você pregue o olho.

“Dietas muitos restritivas em carboidrato também favorecem noites em claro”, avisa Laís Murta. Mas existe uma lista de alimentos que dão day off para os bichinhos e garantem um bom descanso.

 

 

DICA 04 - Métodos de estudo que facilitam o aprendizado:

Estudar por conta própria não é fácil, mas a prática pode dar certo quando bem organizada. Com mapas mentais, resumos e controle do tempo, é possível achar métodos de estudo eficazes.

Conheça 5 métodos de estudo que poderão ajudar na sua caminhada!

Técnica Pomodoro

Produtividade, foco e equilíbrio fazem toda a diferença nos estudos e servem de impulso para técnicas como a Pomodoro. O método combina trabalho e relaxamento, definindo que períodos de esforço devem ser recompensados com momentos de distração.

Não há tempo definido, mas o convencional é o formato 25/5, que oferece cinco minutos de descanso a cada 25 minutos de concentração nos livros. Usando alarmes para delimitar cada momento, a hora de relaxar pode ser preenchida como cada estudante preferir, desde usar o celular até fazer alongamentos.

 

Método Robinson (EPL2R)

Há 5 passos fundamentais: explorar, perguntar, ler, rememorar e repassar. O primeiro momento é de exploração do material de estudo, com leitura superficial de tópicos, sumários e títulos. Esse contato inicial deve resultar em dúvidas, indagações que levam os alunos ao segundo procedimento, que é fazer perguntas sobre temas que chamam a atenção.

Com as perguntas formuladas, ocorre a primeira leitura aprofundada, objetivando responder cada questão surgida anteriormente. Depois de encontrar a solução para as perguntas, a leitura completa finalmente ocorre. Esse é o momento em que os candidatos leem o material sem pensar em aplicações do conteúdo, ou seja, apenas uma leitura tradicional.

Após aprender e organizar o conhecimento, a etapa final é uma espécie de aula para si mesmo – e que pode ser feita na companhia de amigos – explicando os conceitos mais importantes em voz alta.

 

Mapa mental

Os mapas mentais são ideais para pessoas de mentes mais visuais, exatamente por investirem em imagens, setas e cores. A técnica organiza matérias em um diagrama, elegendo um tema central. Em seguida, é preciso conectar esse assunto principal a tópicos paralelos.

Por exemplo, se a disciplina for a Guerra Fria, os vários acontecimentos relacionados ao tema vão ser ligados ao centro do diagrama, como, por exemplo, a queda do Muro de Berlim e o embargo econômico a Cuba. Isso pode ser feito com balões ou desenhos que remetem aos assuntos.

Com o mapa fica mais fácil revisitar o conteúdo meses depois e lembrar rapidamente da conexão entre os assuntos.

 

Teste Prático

Lembra o formato dos simulados, só que preparado por você mesmo e com base em dúvidas individuais de cada matéria. O segredo é fazer blocos de questões sobre temas que deixaram dúvidas durante a leitura.

Para responder cada pergunta é útil buscar várias fontes de conhecimento até que uma resposta satisfatória seja encontrada. A eficácia da técnica está em economizar tempo e agir diretamente nas áreas em que sentir mais dificuldade.

 

Autoexplicação

Também chamada de elaboração interrogativa, a técnica consiste em duvidar de tudo que se lê, refletindo sobre cada informação. A autoexplicação ocorre quando, a partir de indagações, você tenta explicar os conteúdos para si mesmo. Para levantar (e solucionar) as perguntas, é comum grifar, rasurar, escrever, usar dicionários e até falar sozinho.

Ao duvidar, responder e resumir conteúdos, você estabelece a autoexplicação, considerada uma leitura interativa, que vai além de uma simples olhada nos livros e cadernos. Com fichamentos e anotações, o processo é uma ferramenta útil para afastar a famosa “decoreba” e, de fato, absorver o conhecimento.

 

 

 

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