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DICA 01 - Estude para concursos públicos sem ficar “louco”:

Prestar concurso é um emprego

“Prestar concurso não é como ir à faculdade. Quando nos preparamos para estes exames, temos vidas mais complexas”, diz a coordenadora de uma rede de preparação para concursos, Bárbara Ibáñez em entrevista ao jornal El País. “A chave é encontrar um momento para estudar. Devemos ser constantes”, acrescenta.

Meli González tinha 29 anos e dois filhos na primeira vez que concorreu a uma vaga nos Correios espanhóis. Estava há mais de uma década sem tocar em um livro. “Tinha muitas coisas para fazer e não consegui terminar de prepará-las como eu deveria”. Seis anos depois, seus filhos tomavam a mesma porção do seu tempo, mas ela foi aprovada. “Eu preparei minha consciência, reservando um momento todos os dias. Estudei mais porque me organizei melhor”, assegura.

Tente não se distrair com Internet…

Muitas pessoas que encaram concursos não tinham smartphones nas suas etapas acadêmicas anteriores. “Agora, elas o têm e se sentam para estudar com ele ao lado. Embora o mantenha silenciado, o mero fato de olhar para ele a cada cinco minutos prejudica a concentração. Evitar distrações é muito importante”, diz o educador Eduardo Jevremovitch.

Alfonso García, de 42 anos, passou por este problema. Recentemente, foi aprovado para trabalhar como porteiro em um colégio na Espanha. “Estudei história quando era jovem, mas me dedicava à restauração. A coisa deu errado e decidi buscar algo mais estável”, conta. O celular foi um pequeno obstáculo: “Era difícil não olhá-lo a cada instante. Minha família me dizia que estava viciado, então imagine o quanto olhava para ele enquanto estudava o que me entediava. No fim, decidi deixar o celular em casa quando ia para a biblioteca”.

…mas use os bons recursos oferecidos por ela

Talvez haja mais distrações que antes, mas não se pode negar que também há mais recursos ao alcance de qualquer um. E, principalmente, mais baratos. “Acredito que é a parte mais positiva da internet”, diz Ana Jiménez, que, aos 37 anos, acaba de ser aprovada para trabalhar como auxiliar administrativa em um banco espanhol.

Passou quase toda sua vida produtiva em empresas privadas. “Trabalhava muitas horas, até 10 ou 12 por dia. Houve um momento em que tomei uma posição. Precisava de uma mudança, algo mais estável e que me tomasse menos tempo”. Após dez anos sem estudar, decidiu se preparar para os concursos.

“Estudei enquanto ainda trabalhava. Foi muito difícil, não tinha vida, mas acredito que valeu a pena. A Internet me ajudou de uma maneira incalculável. Por exemplo, aprendi toda a parte de automação de escritório graças a vídeos do YouTube. Não fiz cursos, mas aprendi o que precisava para tirar uma nota nesta parte do exame. Também aperfeiçoei o inglês com vídeos da Internet. Quem dera houvesse isso quando estudava com 20 anos”, comenta.

É sempre importante ter apoio e companhia nessa caminhada

Pilar García fez seu primeiro ano de direito aos 18 anos e o abandonou. “Eu me apaixonei, comecei a trabalhar e fiquei grávida”. Foram 16 anos até que voltasse a estudar. Com 34, estudou em nível superior para hotelaria. Alternou empregos até que, com 50 anos, foi chamada para trabalhar como governanta em uma moradia pública para pessoas com diversidades funcionais na Espanha. “Para manter o emprego, anos depois, tive que passar por um concurso”, afirma.

“Não tinha nenhum hábito de estudo. Foi muito difícil, mas encontrei ajuda no meu filho. Decidimos que prestaríamos juntos, ele no seu campo – design gráfico – e eu no meu. Nós nos incentivávamos para dedicar todo o tempo que tivéssemos”. Ele não conseguiu o emprego, mas ela sim. Aos 58 anos, continua trabalhando no mesmo lugar.

Comece pelo conteúdo que considera mais fácil

“A maioria das provas tem uma parte que todo mundo odeia: a Constituição. Embora seja o primeiro tempo, nós sempre recomendamos que não se comece por aí”, indica a já citada professora do MasterD. Não é aconselhável começar pela parte mais densa da matéria. É como se alguém que nunca leu um livro na vida começasse por Dom Quixote ou pelo Grande Sertão Veredas.

Não exagere

Recuperar o hábito de estudar é questão de três semanas, segundo o educador Eduardo Jevremovitch. “Se conseguimos repetir uma mesma rotina durante 21 dias, nós a convertemos em um hábito. Se o mantivermos durante 66 dias, chegamos a um ponto em que, por mais que não gostemos, fazemos sem problemas”. Ao longo desse período, o ideal é que as horas de estudos aumentem de forma progressiva.

“Oito horas para aquecer o motor em poucos dias não serve para nada. A minha experiência é que o melhor é começar pouco a pouco e ir subindo até quatro ou cinco horas diárias”, indica Raúl Torres, administrador de 33 anos. Após cinco anos sem estudar, retomou os livros e conseguiu emprego como administrador.

Preparar o psicológico é muito importante

“Estudar é como andar de bicicleta, nunca se esquece”. Esta é a premissa que o educador Eduardo Jevremovitch propõe a seus alunos assim que entra em contato com eles. “O maior obstáculo para as pessoas que estão há vários anos sem estudar é o desânimo. Não se acham capazes. Os jovens dizem que os mais velhos têm experiência demais, e os mais velhos que não conseguirão competir com os mais jovens”, comenta.

Diego Contreras encarou essa situação. Trabalhou durante 14 anos em um estúdio de arquitetura e a crise o enviou ao desemprego em 2010. Tinha 38 anos. “Não sabia o que fazer. Passei um par de anos em trabalhos temporários até que comecei Educação Especial”. Fez a prova à distância, enquanto continuava trabalhando. “Com a idade, você fica mais pragmático. Houve momentos em que pensei que qualquer jovem faria melhor que eu, mas acabei conseguindo um emprego em Madri”, afirma. Aos 45 anos, estreará como professor.

Estabeleça metas

Na opinião de Jevremovitch, o mais importante é “ter uma meta muito clara”. “A primeira coisa que trabalhamos com nossos alunos é a eliminação da linguagem negativa. Não queremos escutar um ‘não posso’. Ajudamos a visualizarem a meta. É muito mais fácil alcançá-la do que parece”, acrescenta.

Aos 45 anos, Pedro García, natural da cidade espanhola de Málaga, confirma a importância deste detalhe. “Não pode perder o foco em nenhum momento. Aconteceu comigo na minha primeira tentativa. Eu via o exame como algo muito distante, a muitos meses. Em vez de estabelecer pequenas metas diárias, fiz um esforço brutal na reta final que não me ajudou em nada”. Na segunda tentativa, mudou de atitude e conseguiu uma vaga como zelador de um hospital. “Compartilhar suas metas com amigos e familiares é sempre uma boa ideia. Assim, nos comprometemos a cumpri-las”, comenta Ibáñez.

Não desanime se for reprovado

Ser reprovado está dentro das possibilidades. Alberto Quintana, de 27 anos, está justamente neste momento da vida. Acaba de concorrer pela segunda vez para professor e foi reprovado. Na primeira ocasião, foi aprovado, mas não conseguiu o emprego. “Dá vontade de parar de tentar, mas de que adianta isso?”, afirma. Ele não havia ficado tanto tempo sem estudar antes dos exames como as pessoas que mencionamos antes. “Na primeira vez, fui muito melhor porque não estava trabalhando. Desta vez, dividi os concursos com meu emprego em um colégio e não fui bem. Não vou deixar de tentar”, diz Quintana.

Alberto Chacón, militar de 29 anos, não se deixou levar pelo desânimo: “Na primeira vez que fiz a prova, estudei durante três meses. Reprovei. Não sabia se voltaria a concorrer, mas o fiz, preparando-me de verdade, e consegui. O mais importante é se considerar capaz”.

Ignore as comparações

“Tape os ouvidos”, diz Ainhoa Fernández, que, aos 26 anos, acaba de concorrer pela segunda vez ao cargo de professora. “Não tem que se comparar com ninguém, nem se preocupar com quantas horas a mais está estudando que os outros, ou olhar grupos de Facebook, ou dar bola para os pessimistas”. Está esperando a sua nota após fazer o concurso de Ensino Fundamental da Comunidade de Madri.

O professor madrilenho amplia o conselho: não se deixe intoxicar pelos concurseiros, tampouco pelos gurus dos exames, que antecipam matérias ou número de vagas.

 

 

DICA 02 - Passar em um concurso público em 2019: saiba como!

Saiba como é possível passar em um concurso

Passar em um concurso público requer planejamento, foco e técnicas de estudo fazem a diferença na busca da carreira dos sonhos. Separamos 10 dicas que podem te ajudar a passar em um concurso em 2018. Confira!

Resumos

Faça resumos do conteúdo que deve cair na prova. Essa é uma maneira prática de facilitar o aprendizado e, principalmente, exercitar a memória. Com a matéria “fresquinha” na cabeça, as chances de passar em um concurso são maiores.

Revisão

Revise constantemente as disciplinas estudadas. Ao revisar os livros, você consegue assimilar melhor o conteúdo e elimina dúvidas que, às vezes, nem sabia que tinha.

Curso preparatório

Uma boa sugestão é se matricular em cursos preparatórios para concursos públicos. Basta se informar: existem vários por aí com equipe experiente no assunto. Priorize, também, materiais de qualidade (apostilas e videoaulas, por exemplo).

Organização e planejamento

Organize os conteúdos, priorize os que tem mais dificuldade. Faça, a partir disso, um planejamento. Exemplo: separe as disciplinas por dias da semana, para evitar uma “bagunça mental” durante os estudos.

Não force

Estudar para concurso não significa ler centenas de páginas num só dia. Seja perseverante, mas não force o ritmo dos estudos.

Parceiros de estudo

Estudar sozinho pode facilitar o seu nível de concentração. Entretanto, buscar parceiros de estudo é uma boa dica. Assim, há incentivo mútuo e um pode ajudar o outro em conteúdos que domina mais.

Não exclua disciplinas

Por mais que você tenha facilidade em determinada matéria, não deixe de estudá-la. A aprovação em um concurso depende de êxito em todas as matérias.

Confiança

Não despreze seu concorrente, mas, acredite na sua capacidade. Tenha confiança de que é capaz de conquistar uma vaga no serviço público.

 

 

DICA 03 - Alimentos que ajudam na hora de estudar:

Veja dicas de alimentos que ajudam a combater cansaço, stress, insônia e tristeza!

Ao estudar é importante que você não descuide da saúde! Em momentos de stress, tristeza, insônia e cansaço, não adianta vir com fruta ou saladinha. Você só pensa em comer chocolate ou qualquer outra opção que combine gordura com carboidrato refinado.

“São alimentos que estimulam o cérebro a liberar dopamina, neurotransmissor relacionado à sensação de bem-estar”, afirma a nutricionista Laís Murta, de São Paulo.

Mas é um prazer passageiro e, por isso, faz com que você corra o risco de entrar num círculo vicioso que leva a ganho de peso e desequilíbrio hormonal.

Fechar a boca também não é o caso, já que a própria comida (mais levinha, claro) pode contribuir para virar esse jogo. Então saiba o que comer quando…

Bate o cansaço

Se a bateria está fraca – você já acorda sem ânimo, piora durante o dia e à noite pula a academia para cair logo na cama –, aposte em alimentos que aumentam a produção de energia.

O stress não dá trégua

Nos dias em que o clima no trabalho anda tenso ou a relação com o boy não está das melhores, seu corpo produz mais cortisol – hormônio que aumenta o apetite por comidas açucaradas e gordurosas, e até pode disparar a compulsão. Vá atrás de alimentos que ajudam a relaxar.

A tristeza resolve aparecer

Mesmo nos dias em que você tem a impressão de que não deveria ter saído da cama, os alimentos podem dar um ânimo. O ideal é caprichar em opções que carregam vitaminas do complexo B, em especial a B12, e outros itens importantes para a produção dos neurotransmissores do bem-estar.

O sono não vem

Aqui, o que não comer às vezes importa mais do que o que comer. Chocolate, café, refrigerante e chá verde, por terem substâncias excitantes, deixam você contando carneirinhos, e eles completam uma maratona na sua mente sem que você pregue o olho.

“Dietas muitos restritivas em carboidrato também favorecem noites em claro”, avisa Laís Murta. Mas existe uma lista de alimentos que dão day off para os bichinhos e garantem um bom descanso.

 

 

DICA 04 - Métodos de estudo que facilitam o aprendizado:

Estudar por conta própria não é fácil, mas a prática pode dar certo quando bem organizada. Com mapas mentais, resumos e controle do tempo, é possível achar métodos de estudo eficazes.

Conheça 5 métodos de estudo que poderão ajudar na sua caminhada!

Técnica Pomodoro

Produtividade, foco e equilíbrio fazem toda a diferença nos estudos e servem de impulso para técnicas como a Pomodoro. O método combina trabalho e relaxamento, definindo que períodos de esforço devem ser recompensados com momentos de distração.

Não há tempo definido, mas o convencional é o formato 25/5, que oferece cinco minutos de descanso a cada 25 minutos de concentração nos livros. Usando alarmes para delimitar cada momento, a hora de relaxar pode ser preenchida como cada estudante preferir, desde usar o celular até fazer alongamentos.

 

Método Robinson (EPL2R)

Há 5 passos fundamentais: explorar, perguntar, ler, rememorar e repassar. O primeiro momento é de exploração do material de estudo, com leitura superficial de tópicos, sumários e títulos. Esse contato inicial deve resultar em dúvidas, indagações que levam os alunos ao segundo procedimento, que é fazer perguntas sobre temas que chamam a atenção.

Com as perguntas formuladas, ocorre a primeira leitura aprofundada, objetivando responder cada questão surgida anteriormente. Depois de encontrar a solução para as perguntas, a leitura completa finalmente ocorre. Esse é o momento em que os candidatos leem o material sem pensar em aplicações do conteúdo, ou seja, apenas uma leitura tradicional.

Após aprender e organizar o conhecimento, a etapa final é uma espécie de aula para si mesmo – e que pode ser feita na companhia de amigos – explicando os conceitos mais importantes em voz alta.

 

Mapa mental

Os mapas mentais são ideais para pessoas de mentes mais visuais, exatamente por investirem em imagens, setas e cores. A técnica organiza matérias em um diagrama, elegendo um tema central. Em seguida, é preciso conectar esse assunto principal a tópicos paralelos.

Por exemplo, se a disciplina for a Guerra Fria, os vários acontecimentos relacionados ao tema vão ser ligados ao centro do diagrama, como, por exemplo, a queda do Muro de Berlim e o embargo econômico a Cuba. Isso pode ser feito com balões ou desenhos que remetem aos assuntos.

Com o mapa fica mais fácil revisitar o conteúdo meses depois e lembrar rapidamente da conexão entre os assuntos.

 

Teste Prático

Lembra o formato dos simulados, só que preparado por você mesmo e com base em dúvidas individuais de cada matéria. O segredo é fazer blocos de questões sobre temas que deixaram dúvidas durante a leitura.

Para responder cada pergunta é útil buscar várias fontes de conhecimento até que uma resposta satisfatória seja encontrada. A eficácia da técnica está em economizar tempo e agir diretamente nas áreas em que sentir mais dificuldade.

 

Autoexplicação

Também chamada de elaboração interrogativa, a técnica consiste em duvidar de tudo que se lê, refletindo sobre cada informação. A autoexplicação ocorre quando, a partir de indagações, você tenta explicar os conteúdos para si mesmo. Para levantar (e solucionar) as perguntas, é comum grifar, rasurar, escrever, usar dicionários e até falar sozinho.

Ao duvidar, responder e resumir conteúdos, você estabelece a autoexplicação, considerada uma leitura interativa, que vai além de uma simples olhada nos livros e cadernos. Com fichamentos e anotações, o processo é uma ferramenta útil para afastar a famosa “decoreba” e, de fato, absorver o conhecimento.

 

 

DICA 05 - Dicas para melhorar seus estudos para concursos públicos:

 

A grande maioria das pessoas acham que é muito difícil passar em concurso público, mas o importante é que você utilize o método certo de estudo. Confira dicas para melhorar seus estudos para concursos públicos!

Passar em um concurso deve ser seu objetivo de vida

Para alcançar esse objetivo é preciso ter disciplina, foco e dedicação. Você vai ter que colocar em mente que sua prioridade é a aprovação no concurso que irá fazer.

Não atire para todos os lados

Direcione seus estudos para um concurso de cada vez ou em concursos apenas da mesma área, onde as disciplinas são quase as mesmas. Isto facilitará seus estudos.

Separe as disciplinas em dias e horários

Organize sua preparação, torne isso em um hábito ao estudar cada disciplina do edital. Depois de um tempo que você começa a seguir seus horários que foram planejados, isso acaba ficando no piloto automático, evitando que você procrastine e perca tempo pulando de disciplina em disciplina sem assimilar o conteúdo estudado.

Evite qualquer tipo de distração

Observe o que costuma lhe distrair. Por exemplo, se você se distrai muito facilmente com notificações do celular, o melhor a fazer é desativá-las ou até mesmo deixar o aparelho desligado durante o horário que estiver estudando.

Nunca esqueça de fazer resumos e anotações

É algo óbvio, mas muito concurseiros não fazem resumos nem anotações. Fazer resumos vão te ajudar na hora de revisar sobre tudo o que foi estudado.

Revise e refaça provas anteriores

Esta é uma das melhores formas para testar seus conhecimentos e conhecer o perfil da banca que irá elaborar as questões. Você acaba estudando e ainda testando suas habilidades para cada assunto em questão.

Uma boa noite de sono

Ficar perdendo sono causará fadiga, então tente dormir bem para que você tenha disposição para estudar e fazer suas outras atividades no dia seguinte.

Um dia na semana para descanso e lazer

É preciso também relaxar para renovar as energias e evitar o estresse. Procure tirar pelo menos um dia na semana para descansar, ir ao cinema, passear no parque, etc.

Fique sempre por dentro

Nos concursos costumam aparecer questões sobre atualidades, inclusive como tema de redação. Preste atenção nos fatos econômicos, acontecimentos políticos e sociais mais recentes, tais como conflitos raciais, religiosos e culturais.

Não desista

Uma das maiores frustrações das pessoas é de ficar tentando vários concursos diferentes sem conseguir ser aprovado, muitos acabam desistindo, mas essa situação pode ser mudada ao estudar de maneira correta. Invista em você e na sua capacidade de aprender de forma mais eficiente e prazerosa para que consiga aumentar suas chances de passar em concursos públicos!

 

 

 

DICA 06 - Avaliação multiprofisional de aptidão para deficientes em concursos:

 

Projeto prevê avaliação para deficientes em processos seletivos

A avaliação de aptidão de pessoas deficientes, com doença grave ou incapacitante em concursos públicos poderá ser individualizada e multiprofissional. A proposta é de iniciativa do senador Romário (Pode-RJ). O PLS 335/2018aguarda emendas na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Segundo Romário, a proposta elimina a presunção de incompatibilidade dessas pessoas com o exercício de cargos públicos. Na legislação vigente, depois de aprovado na prova escrita, o candidato é avaliado apenas por um médico para ser considerado apto ou não para assumir o cargo.

“Cremos que essa previsão homenageia não só a proporcionalidade legislativa como também a variação e extensão de efeitos de algumas situações de deficiência física ou doenças incapacitantes relativamente às condições individuais para o desempenho satisfatório de atribuições e funções inerentes a determinados cargos públicos”, justificou Romário.

A proposta altera a redação do artigo 5º da Lei do Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União (Lei 8.112/ 1990) para se referir a pessoa com deficiência e não a pessoa portadora de deficiência.

O texto, além dos deficientes, também estende à pessoa com doença grave ou incapacitante, como ceratocone ou esclerose lateral amiotrófica (ELA), por exemplo, o direito de se inscrever em concurso público para até 20% das vagas oferecidas, o mesmo percentual para pessoas com deficiência atualmente.

Depois da CDH, o projeto será analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Fonte: Agência Senado

 

 

DICA 07 - Organize seus estudos para ter sucesso em concursos e em sua via profissional: 

 

  1. Calendários ajudam a estipular prazos e manter a consciência sobre o tempo disponível para executar cada tarefa. É recomendado inserir datas para responder simulados e também destacar as datas das próximas provas que pretende prestar.

 

  1. Organizar as tarefas em um cronograma também pode ser útil. Existem muitos disponíveis na internet, mas também há pessoas que gostam de fazer o próprio cronograma baseado na rotina pessoal. É importante manter o cronograma visível para melhores resultados.

 

  1. Estipular metas diárias ajuda a manter o trabalho em andamento e podem ser aplicadas em várias tarefas, como ler livros, fazer testes, resolver avaliações de certames anteriores. É recomendado manter metas realistas e que sejam condizentes com o tempo disponível. Isso evita frustrações!

 

  1. Além de ter um espaço definido para estudar, como uma mesa ou escrivaninha e materiais necessários, ainda é necessário mantê-lo arrumado. Um espaço desorganizado pode te fazer perder o interesse e a motivação. É recomendado organizar também os conteúdos, separando para a semana seguinte e deixando em local de fácil acesso.

 

  1. Para algumas matérias, como matemática, é necessário fazer exercícios. Para que haja a economia de tempo é bom separar os exercícios com antecedência. Isso pode ser feito no mesmo dia em que são separados os conteúdos.

 

Manter um cronograma organizado pode ser difícil com todos os outros compromissos. Para que tudo possa correr bem é importante separar um dia de organização que pode ser usado para avaliar o desempenho, organizar conteúdos e atividades, arrumar o quarto/área de estudos, organizar papéis e anotações, entre outras ações que o estudante ache importante para manter a ordem.

Com informações do portal Blasting News

 

 

DICA 08 - Como estudar para uma prova:

 

Variar ambientes, misturar conteúdos e forçar a memória são atitudes simples que podem ajudar na hora de fixar o conteúdo da prova. Confira as dicas abaixo e mude seu jeito de estudar!

 

Mude de ambiente

Em um primeiro momento, pode parecer estranho, mas alternar o ambiente de estudos pode fazer toda a diferença na sua preparação. Para isso, tente associar o tipo de conteúdo a um determinado ambiente, como por exemplo: Matemática = quarto. Forçar associações deste tipo deixam a informação mais fácil de se localizar.

 

Misture os conteúdos

Ao invés de estudar um conteúdo por vez, tente elaborar sequências de disciplinas. Este esforço exige mais do cérebro e permite que você mantenha a concentração sempre em alta, pois a cada novo assunto, ele retoma a atenção.

 

Dê intervalos de estudos

Estudar um pouco a cada dia é muito mais eficaz do que dedicar um dia inteiro à sua preparação. Desta forma, espaçando as tarefas, seu cérebro fará uma revisão automática para então aprender novos conteúdos.

 

Utilize a memória

Procure se lembrar do conteúdo mesmo sem consulta. Recuperar uma ideia é diferente de tirar um livro da estante: lembrar altera a forma como a informação será arquivada, tornando-a mais acessível e relevante quando precisar dela novamente.

 

Comece pela matéria mais difícil

A ordem das matérias deve ser da mais difícil para a mais fácil, ou da menos familiar para a mais conhecida. Esse sistema faz com que a sessão de estudo vá se tornando menos chata conforme progride, prevenindo desistências e falta de motivação.

 

Inclua atividades de lazer

Estudar pensando em diversão é tão ruim quanto não estudar. Inclua no seu planejamento prêmios por dever cumprido: Se você seguir sua programação, pode se dar ao luxo de uma sessão de cinema ou barzinho com os amigos.

 

Fonte: Superinteressante

 

 

DICA 09 - Dica da semana - Como melhorar a capacidade do seu cérebro:

 

Ouvimos dizer muitas vezes que a memória diminui com a idade, assim como outras funções cognitivas – como o raciocínio. Calma, há esperança: existem maneiras de “religar” nosso cérebro.

Então, se você quer melhorar a capacidade do seu cérebro, siga as dicas abaixo e se prepare para exercitar a mente:

1. Exercício físico

A atividade física aumenta as sinapses, cria mais conexões dentro do cérebro e ajuda na formação de células extras. Boa saúde cardiovascular também significa que você transporta mais oxigênio e glicose para o cérebro, além de eliminar toxinas. Exercícios ao ao ar livre são ainda mais benéficos, pois ajudam na absorção de vitamina D.

Uma dica é combinar a prática de exercício à exploração de um ambiente diferente, a novas maneiras de fazer as coisas ou compartilhar ideias. Assim você aumenta as chances das células nervosas novas formarem um circuito adequado.

Por exemplo, se você gosta de jardinagem, vale participar de uma horta comunitária para fazer amigos enquanto mexe na terra, ou se juntar a um grupo em vez de ir sozinho. O mais importante é garantir que você esteja se divertindo. O desejo de se envolver em algo que ajuda a impulsionar os efeitos do exercício e da interação social no cérebro.

2. Memória em movimento

Se você tentar decorar algo enquanto se movimenta, é muito mais provável que a informação seja retida. Na próxima vez que você estiver estudando para uma prova e estiver com dificuldade em uma disciplina, que tal ouvir  um audiolivro sobre o tema? Você pode dar uma volta no parque ou dançar na sala de casa para ajudar a guardar o conteúdo.

3. Alimentos para abastecer o cérebro

Aproximadamente 20% do açúcar e da energia que você consome vão para o cérebro, fazendo com que a função cerebral dependa dos níveis de glicose. Se os níveis de açúcar não forem controlados, sua cabeça pode ficar confusa.

Comer algo de que se goste libera dopamina, que ativa a área de recompensa do cérebro. E é por isso que você sente prazer em comer determinados alimentos. Mas, além de nutrir os mecanismos de recompensa do cérebro, você precisa alimentar seu intestino com cuidado.

Existem mais de 100 trilhões de bactérias no sistema digestivo humano, que se conectam com o cérebro pelo eixo intestino-cérebro. E o equilíbrio desses micróbios é fundamental para o bem-estar da mente. Uma dieta variada e saudável ajuda a manter essas bactérias em sincronia e o cérebro saudável.

As células do cérebro são compostas por gordura, por isso, é importante não erradicar a gordura da dieta. Ácidos graxos essenciais presentes em nozes, sementes, abacate e peixes são bons para desenvolver o cérebro, assim como o alecrim e açafrão.

Fazer as refeições na companhia de outras pessoas também pode ajudar:  a socialização reforça os benefícios de uma boa dieta saudável no cérebro.

4. Relaxar

Um pouco de estresse é necessário porque ajuda a responder rapidamente em situações de emergência. E ainda o estresse produz o hormônio cortisol que, ao ser liberado, nos dá energia e ajuda a concentrar. Porém, a ansiedade prolongada e os altos níveis de estresse desconfortável são realmente tóxicos para o cérebro.

É importante, portanto, que a gente aprenda a “desligar” de vez em quando, para permitir que essa parte do cérebro descanse. Ao se desconectar, você exercita uma parte diferente do cérebro: a chamada rede neural de modo padrão, que nos permite sonhar e é importante para consolidar a memória.

Ao “desligar” permitimos que essa parte do cérebro seja ativada e faça seu trabalho. Então, da próxima vez que você for pego sonhando acordado, expliqueque você estava fazendo uma atividade cerebral crucial.

5. Desafiar a si mesmo

Uma outra maneira de estimular o cérebro é se desafiar a fazer ou aprender algo novo. Atividades como aulas de arte ou cursos de idioma aumentam a flexibilidade do cérebro.

Jogue uma partida online contra amigos ou familiares. Não apenas vai te desafiar, como vai estimular a interação social, o que ajuda o cérebro.

6. Ouvir música

A música estimula o cérebro de um jeito muito peculiar, quando você observa a imagem cerebral de alguém que está ouvindo ou tocando música, quase todo o órgão está ativo.

A música pode melhorar a cognição geral, e a memória musical é muitas vezes a última a desaparecer, quando somos afetados por certas condições, como a demência.

7. Estude na cama

Se você aprender algo novo durante o dia, será formada uma conexão entre células nervosas no cérebro. Quando você dorme, essa conexão é fortalecida e reforçada – e aquilo que você aprendeu vira uma lembrança. O sono é um momento realmente importante para a consolidação da memória.

Se você der uma lista para alguém memorizar antes de dormir, há uma grande chance da pessoa se lembrar na manhã seguinte – uma chance maior do que se você tivesse entregado a lista a ela pela manhã.

Ao estudar para uma prova, tente repassar na cabeça as respostas em um simulado enquanto adormece. Caso você tenha passado por um evento traumático ou tenha a memória ruim, tente não pensar nisso antes de dormir, pois pode pressionar a memória e fortalecer as emoções negativas associadas a ela.

Pela mesma razão, evite filmes de terror ou histórias assustadoras na hora de dormir. Em vez disso, concentre-se em algo positivo que você aprendeu ou experimentou durante o dia para que seja consolidado.

8. Acordar bem

Com menos de cinco horas de sono, você não fica tão forte mentalmente. Já se dormir mais de 10 horas, pode sentir os efeitos do “jet lag”. Mas a chave para ajudar você a ter um desempenho melhor ao longo do dia é como você acorda.

Idealmente, durma em um quarto escuro e acorde com luz natural, que vá aumentando gradualmente. Essa luz penetra nas pálpebras fechadas e estimula o cérebro para que tenhamos uma resposta maior de cortisol ao despertar.

A quantidade de cortisol no corpo quando você acorda afeta o desempenho do cérebro durante o dia. Um despertador luminoso que simule a luz do sol pode ajudar você a acordar naturalmente. E para quem tem o sono profundo, vale a pena se certificar de que o despertador venha com um alarme de som tradicional acoplado.

 

 

DICA 10 - 05 dicas para você estudar sozinho:

 

Estudar sozinho exige atenção redobrada. Muitos concurseiros apresentam essa facilidade e se organizam para as provas sem o acompanhamento de alguém. No entanto, essa não é a realidade de muitas pessoas que enfrentam dificuldade quando o assunto é se concentrar.

E se este é o seu caso, confira abaixo algumas dicas que podem ajudar a melhorar seu desempenho nos estudos. Vamos lá:

Pensamento positivo

Nosso pensamento tem o poder de influenciar diretamente os nossos resultados. Por isso, iniciar os estudos com a mentalidade de que não vai dar certo de fato não ajudará. O correto é pensar que seus estudos podem garantir bons frutos, como conhecimento para toda a vida e um futuro melhor.

Organização do tempo

Ser organizado com o próprio tempo é fundamental. Estipule uma agenda para os estudos e siga à risca. Mas, leve em consideração que intervalos contribuem, diferente do que a maioria das pessoas pensam. O descanso é necessário para armazenar as informações em seu cérebro. Para cada 50 minutos de estudo ininterruptos, descanse de 5 a 10 minutos. Nesse período de intervalo procure fazer alguma atividade física, como andar pela casa ou brincar com seu animal de estimação, por exemplo. Isso deverá manter sua mente ativa.

Ambiente de estudos

O ambiente também pode determinar se você conquistará o sucesso ou não. O ideal é algum local silencioso e sem grandes distrações. Mas, não escolha a cama ou um sofá que possa te induzir ao sono. De preferência, fique sentado numa cadeira com o material disposto numa mesa. Deixe, também, sempre à mão, algum alimento para comer enquanto estuda. Se manter hidratado é importante.

Anotações

Faça anotações da matéria enquanto estuda, pois isso ajudará seu cérebro a memorizar com maior facilidade. Todas as matérias têm um tema central, até que chegam ao cume. Avance gradativamente, faça os exercícios no seu tempo. Lembre-se: a pressa é inimiga da perfeição!

Técnicas de memorização

E, para finalizar as dicas, faça associações. Crie paródias, siglas, desenhos ou qualquer elemento que te permitirá lembrar por associação. Isso funciona bastante com nomes difíceis ou datas, por exemplo. Além disso, se mantenha desconectado das redes sociais.

Fonte: Secretaria de Educação do Estado de São Paulo

 

 

DICA 11 - Dicas de técnicas para aprender sem muito esforço:

 

No post de hoje, trouxemos técnicas para aprender sem muito esforço. E podemos chamar de técnicas porque elas foram comprovadas na prática, vamos explicar direitinho essa história! Pesquisadores da Universidade College London lançaram um concurso com o objetivo de encontrar novas formas de aprendizagem. Especialistas em memória foram convidados para realizar experimentos para descobrir a maneira mais fácil de uma pessoa guardar novas informações. Cada pesquisador era responsável por um grupo, essas pessoas tinham uma hora para estudar uma lista de 80 palavras em lituano e lembrar delas uma semana depois.

O resultado do experimento foi que ao invés de utilizam apenas uma técnica, os grupos tendiam a usar combinações delas. E a BBC listou em seu site as ideias mais promissoras. Confira abaixo:

1. Técnicas para aprender sem muito esforço – Reconhecimento da ignorância

Sem fazer ideia da resposta, os participantes da pesquisa foram convidados a adivinhar o significado das palavras lituanas. Obviamente, eles sempre erraram na primeira vez, mas estudos psicológicos mostraram que os erros iniciais podem fazer sentido posteriormente. Reconhecer a própria ignorância, ou seja, que você não sabe aquela resposta, deixa sua mente em ação, ajudando na memorização de informações. Essa observação vem da ideia de “dificuldade desejável” na  psicologia, em que realizar uma tarefa mais difícil envolve atenção e cria uma base para recordar o conhecimento mais tarde.

 

2. Técnicas para aprender sem muito esforço – Ver além dos cadernos

Para não perder muito tempo estudando, os participantes programaram algoritmos para lembrá-los de alguma palavra que poderia ser esquecida. Assim, você tem algo a menos para se preocupar e pode otimizar seu tempo. Seguindo esse esquema, apps e canais podem ser de grande valia para memorizar conceitos, sem dizer que o ato de olhar para algo além de seus livros e anotações pode ser de grande ajuda. Para quem está na escola, vale dar uma olhada na Khan Academy.

 

3. Técnicas para aprender sem muito esforço – Relaxe um pouco

Quando você estiver estudando vale a pena fazer pausas curtas, isso garante um aprendizado mais focado. A fadiga pode ser um problema para o cérebro absorver as informações necessárias. No experimento foi testado dar uma pausa e assistir a vídeos relaxantes.

 

4. Técnicas para aprender sem muito esforço – Pequenas porções de informações

Os campeões de memorização, por exemplo, não gravam as cartas de baralho pelo naipe, eles processam em pequenas porções. Levando para o campo de estudos, isso significa que é melhor utilizar pequenos espaços de tempo em uma variedade maior de assuntos ou habilidades, ao invés de concentrar todo o seu tempo do dia em um único tópico.

 

5. Técnicas para aprender sem muito esforço – Storytelling

Um dos operadores pediu que os participantes construíssem uma história com as palavras e isso ajudou na memorização. A história pode ajudar a reativar uma memória, associar palavras e objetos também podem ajudar.

 

 

DICA 12 - Dicas para memorizar o conteúdo e ganhar tempo nos estudos:

 

Não adianta estudar por horas para concurso público, e vários outros cursos e não guardar a matéria. Por isso, no post de hoje trouxemos dicas para memorizar o conteúdo aprendido, dessa forma você pode estudar por menos tempo, mas garantir uma qualidade maior de aprendizagem.

Aliás, para começar, sabia que estudar durante horas pode não ser a melhor forma de absorção do conteúdo? Por isso, no Aprova você estuda o que realmente cai na prova, assim não perde tempo e vai direto ao ponto. Então vamos lá as dicas!

Dicas para memorizar o conteúdo aprendido – Defina uma rotina

Definir uma rotina de estudos é a chave para o seu sucesso. É importante não só escolher os dias, mas também os horários para essa prática, isso permite que o seu corpo se acostume e esteja mais concentrado naqueles períodos determinados por você. Mantenha-se focado em seu objetivo de ser aprovado!

 

Dicas para memorizar o conteúdo aprendido – Faça resumos

Escrever é uma ótima forma de memorizar o conteúdo. E fazer resumos permite o processamento das informações no cérebro, já que você está simplificando o conteúdo. A ordem é: você aprende, gera o conhecimento sobre o assunto e transfere para outro meio.

 

Dicas para memorizar o conteúdo aprendido – Fale em voz alta

Falar sobre ou ler o conteúdo em voz alta permite que o cérebro saia da inércia e processe as informações para transformá-las em conhecimento. É a prática da auto explicação, não só ler, mas explicar para si mesmo como se fosse outra pessoa que também quisesse esse conhecimento. E claro, se você tiver uma companhia na hora de estudar, tente explicar o conteúdo pra ela, assim o benefício será ainda maior.
 
Com informações de: Educa + Brasil

 

 

DICA 13 - Dicas para você estudar bem melhor:

 

Estudar é mais uma das atividades em que a qualidade é mais importante do que a quantidade. Inclusive, segundo a ciência, estudar muito – prática chamada pelos especialistas de “overlearning” – prejudica o aprendizado.

Para aumentar a produtividade na hora de aprender – e diminuir tempo e estresse – apresentamos abaixo algumas dicas para estudar melhor e com mais qualidade. Confira:

  1. Faça conexões

Muitos especialistas consideram que a diferença entre quem aprende rápido e quem aprende devagar é a maneira como estudam: em vez de memorizar, os alunos mais rápidos fazem conexões entre as ideias.

Conhecido como aprendizagem contextual, o processo é crucial e exige que cada aluno personalize seus próprios métodos de aprendizagem, fazendo conexões que relacionem as informações para começar a se encaixar e fazer sentido.

  1. Estude e Descanse

Estudar quando você está mais cansado (antes de dormir), pode realmente ajudar seu cérebro a reter concentrações mais altas de habilidades novas, como falar uma língua estrangeira ou tocar um instrumento.

Isso porque o processo de consolidação da memória está em seu melhor momento durante o sono “de ondas lentas”. O que significa que a revisão do material antes de dormir pode realmente ajudar o cérebro a reter as informações.

  1. Não releia, relembre

Esse método de estudar foi tema em 2009, quando um professor de psicologia da Universidade de Washington em St. Louis publicou um artigo na Psychological Science aconselhando os alunos contra o hábito de leitura e releitura.

Segundo ele, ler e reler os materiais podem levar os estudantes a pensarem que conhecem bem o conteúdo, mesmo quando não é verdade.

Em vez disso, ele sugere que os alunos utilizem “recordação ativa”, fechando o livro e recitando tudo o que podem lembrar para praticar a memorização a longo prazo.

  1. Varie o conteúdo

Cientistas comprovaram que é melhor variar o tema ao estudar, em vez de se concentrar apenas em uma área. No entanto, é aceitável e até mesmo preferível unir campos de assuntos relacionadas ou semelhantes.

Por exemplo, em vez de apenas memorizar a gramática, misture também a leitura e interpretação. Se estiver estudando matemática, inclua vários conceitos juntos, em vez de apenas um.

  1. Mude de cenário

Embora isso possa ser óbvio para alguns alunos, outros podem esquecer que uma mudança tão simples quanto de cenário pode ter um grande impacto nas habilidades de aprendizado.

Trocar de local de estudo pode aumentar os níveis de retenção de informações e concentração.

Mudar de cômodo já é o bastante, mas alguns especialistas também recomendam ir “um passo além” estudando ao ar livre.

Bônus – Seja professor

Pesquisas mostram que os alunos têm melhores chances de recordação ao aprenderem novas informações quando têm a expectativa de ensiná-las a outra pessoa.

Se tiver oportunidade, experimente ensinar o que aprendeu a um colega ou até mesmo a um “colega imaginário”. O importante é ter a experiência de “ser professor”, porque é ela que proporciona os benefícios.

Fonte: Guia do Estudante

 

 

DICA 14 - Saiba como aumentar a sua energia mental:

 

Muitas atividades, como por exemplo o estudo, são cansativas e exigem bastante concentração e energia da mente.

Alimentos certos

Sabia que é possível escolher alimentos corriqueiros que induzem a um estado de alerta mental, enquanto outros possuem um efeito relaxantes?

Os alimentos ricos em proteína, prefira peixes, iogurte, leite e queijos magros, liberam o aminoácido tirosina, um elemento básico para a construção de neurotransmissores do alerta, como a dopamina – o mais poderoso deles.

Seja otimista 

Nada é mais simples e fácil do que ser otimista. Esta ação parte apenas de uma decisão sua.

Você já viu algum grande vencedor, em qualquer área, que seja um pessimista? Assim como Nelson Mandela, todos nós podemos mudar nossos hábitos se começarmos a dizer “eu posso” no lugar de “não dá”.

Luz! 

Cotidianamente, deixamos de viver no sol e nos enfurnamos em escritórios mal iluminados. Enquanto temos até quinhentos – seiscentos lúmens (unidade de medida do fluxo luminoso) na maioria dos escritórios, precisamos de pelo menos mil, de acordo com o especialista em terapia da luz, Michael Terman, da Universidade de Columbia.

Então, procure estudar em um ambiente adequadamente iluminado.

Arrume seu espaço 

Organizar as coisas ao seu redor é um poderoso meio para facilitar a atividade mental e liberar a energia para focar no que é preciso fazer. Um ambiente organizado ajuda a não criar distrações.

Música 

Como a música acessa muitos centros em nossa mente, ela tem um profundo impacto em nossa vida física e emocional, sendo requisito para o sucesso.

Pesquisas feitas na Temple University, na Filadélfia, mostram que 20 minutos de música chegam a aumentar substancialmente o IgA, um anticorpo que protege o corpo contra doenças, comprovando que ouvir música libera endorfinas, além de poder aliviar a dor e induzir certa euforia.

Silêncio

Da mesma forma que a música é bem-vinda, o barulho não. Isso ocorre porque o ruído obriga nosso cérebro a tomar decisões cognitivas, como detectar, identificar e interpretar os sons, desviando a nossa atenção do que estamos fazendo.

Leve em consideração o barulho de fundo quando você vai escolher onde estudar, em que mesa irá sentar-se, se vai andar de carro com a janela aberta ou fechada.

Respire

Ar puro, claro. Não só isso: o ar frio e seco nos mantêm espertos, enquanto o quente e úmido nos deixa lentos e sonolentos. Estudos mostram que temperaturas mornas podem reduzir nosso raciocínio lógico em 30%.

Procure deixar a temperatura ambiente no equilíbrio entre ficar ligado e passar frio. Você pode até ter em seu ambiente de estudos equipamentos para purificar o ar, que também ajuda muito.

Sorria!

Sorrir é importantíssimo, mas manter o alto astral é ainda mais importante. O baixo astral está associado ao tédio, a preguiça, a sonolência, ao medo, ao nervosismo, a agonia, a irritação, a culpa, ao desdém, a hostilidade e aos pensamentos negativos.

Fonte: Super Criativo

 

 

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